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sábado, 9 de junho de 2012

DIA NACIONAL DA ADOÇÃO

Leia ao final a nota da Serviço de Colocação Familiar do 2º Juizado da Infância e da Juventude de Porto Velho

O Brasil comemora nesta sexta-feira (25/5) o Dia Nacional da Adoção com 5.240 crianças e adolescentes ainda à espera de uma nova família. É o que mostra o Cadastro Nacional da Adoção (CNA), criado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para reunir informações sobre crianças e jovens disponíveis para a adoção e pessoas interessadas em adotar. O banco de dados acelera procedimentos, facilitando o desenvolvimento de políticas públicas nesta área e também permite o conhecimento da realidade dessas crianças e adolescentes. Além disso, propicia maior transparência e segurança nos processos e o melhor cumprimento dos melhores interesses das crianças e adolescentes.
Segundo levantamento da última terça-feira (22/5), o número de pretendentes continua cinco vezes maior que o de crianças e adolescentes aptos a serem adotados, com um total 28.041 inscritos em todo o país. O perfil exigido pelos inscritos no cadastro ainda é a principal barreira para a inserção das crianças e jovens em uma nova família.
25 DE MAIO - DIA NACIONAL DA ADOÇÃO (EDIÇÃO 2012)
Há dez anos comemoramos o Dia Nacional da Adoção, um marco para as famílias constituídas por adoções e uma data que oportuniza discussões e reflexões sobre o tema. Mais que comemorações, o tema clama por novos olhares e quebras de paradigmas para que de fato os avanços estabelecidos pelo ECA sejam efetivados e crianças e adolescentes tenham garantido o direito à Convivência Familiar e Comunitária.
A adoção é uma experiência humana que demanda de todos os envolvidos, em suas múltiplas expressões, uma abertura permanente para o debate, para o estudo, para a troca de ideias e de experiências. Mitos e preconceitos devem ser superados para que suas verdades possam emergir e adotar enfim, deixe de ser um tabu.
Dados atuais do CNJ, registram 4.685 crianças e adolescentes disponíveis para a adoção e 27.052 pessoas cadastradas no CNA (Cadastro Nacional de Adoção). A matemática é simples: preconceito, despreparo e uma cultura que valoriza em demasia a escolha do filho pela raça, idade e sexo, reflete a discrepância numérica. Assim, o sonho e direito de crianças e adolescentes de conviverem em uma família é ceifado.
Em Porto Velho, ações de cunho informativo e conscientizador sobre o tema são realizadas pela equipe de psicólogas e assistentes sociais do Serviço de Colocação Familiar/SCF do II Juizado da Infância e Juventude junto à comunidade, visando esclarecê-la sobre que é a adoção, como ela deve ser legitimada, uma vez que o encaminhamento de uma criança para terceiros sem a intermediação do Poder Judiciário constitui uma ação ilegal passível de penalidades, oportunizando um debate de maior amplitude sobre as adoções necessárias (crianças maiores de dois anos, grupos de irmãos, portadores de necessidades especiais, interraciais).
A adoção, portanto, representa um caminho para que crianças e adolescentes tenham garantido o direito à convivência familiar e comunitária, fatores que se constituem edificantes para o saudável desenvolvimento biopsicossocial. Todos estamos convocados a pensar sobre o tema e sermos agentes multiplicadores para que ela ocorra de modo responsável e consciente.
"ADOTAR É ACREDITAR QUE A HISTÓRIA É MAIS FORTE QUE A HEREDITARIEDADE, E QUE O AMOR É MAIS FORTE QUE O DESTINO"
Lídia Weber
Serviço de Colocação Familiar/SCF do II Juizado da Infância e Juventude
69 3217-1258/1260/1261
Rua Rogério Weber, 2396  - Centro
Porto Velho - Rondônia - CEP 76801-160
Fonte: TJRO
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ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
A vida sempre vale a pena. Viva! Simples assim.

Quem sou eu

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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